Cases
Cases
Cases
Cases
Apresento dois cases nessa página
Discovery —
Slack e o
Slack e o desafio com comunidades, em seguida, Redesign app seguradora




Durante minha participação no curso Product Discovery da Escola PM3, enfrentei um desafio proposto pelos instrutores: investigar um problema enfrentado pelo Slack no contexto de comunidades que utilizam a plataforma.
“Embora o Slack seja amplamente usado para comunicação interna, seu modelo atual não favorece a construção de comunidades ativas e engajadas — e isso é um problema.”
Contexto do Desafio
Hoje, o Slack é amplamente utilizado por empresas como ferramenta de comunicação interna. Apesar de seu modelo B2B, a plataforma também é adotada por algumas comunidades e grupos informais como canal principal de interação.
Contudo, percebe-se que esses públicos enfrentam fricções ao utilizar o Slack — seja pela falta de funcionalidades voltadas à organização de discussões ou pela complexidade para novos membros se integrarem. Como resultado, muitos desses grupos acabam migrando para alternativas como WhatsApp, Telegram ou Discord.
A partir disso, foi proposto o seguinte cenário:
E se o Slack decidisse investir em verticais de comunidades e pequenos grupos informais como um novo caminho de crescimento e monetização?
Etapa 1: Imersão e Definição de Hipóteses
O ponto de partida foi compreender o contexto: por que comunidades têm dificuldades ao usar o Slack?
“Grupos informais e comunidades têm dificuldades em utilizar o Slack para se organizarem, o que os leva a buscar alternativas mais intuitivas e flexíveis”.
Identifiquei a necessidade e possíveis fricções na experiência com base em percepções iniciais, gerando a primeira matriz CSD (Certezas, Suposições, Dúvidas), ajudando na organização do que eu sabia, acreditava e o que ainda precisava descobrir.



Matriz CSD
A partir da matriz, surgiram hipóteses como:
O Slack não oferece uma boa experiência para onboarding.
Organizar conteúdos importantes é desafiador.
Falta clareza sobre as funcionalidades disponíveis.
Etapa 2: Planejamento e Condução de Entrevistas
Com as hipóteses em mãos, avancei para a etapa de pesquisa qualitativa.
Estruturei o roteiro de entrevistas com base nas hipóteses iniciais, priorizando temas que pudessem validar ou refutar os principais pontos de incerteza identificados na matriz CSD.
As entrevistas permitiram identificar padrões recorrentes:
Falta de centralização de informações.
Dificuldade de manter membros engajados.
A ausência de recursos intuitivos para organização de temas.
Etapa 3: Análise com Jobs to be Done (JTBD)
Analisando as respostas das entrevistas para mapear os principais Jobs, e padrões de comportamento relevantes para redefinir a proposta de valor do Slack nesse contexto.
Exemplo:
Job: “Me manter atualizado com temas discutidos.”
Obstáculo: Discussões dispersas entre canais e threads.
Oportunidade: Organização intuitiva via tags e filtros.
Jobs (Hipotéticos)
Job: “Quando organizo eventos e reuniões em grupo, quero facilitar o alinhamento pré e pós evento, para manter todos engajados.”
Job: “Quando estamos discutindo temas complexos, quero que as conversas fiquem organizadas, para facilitar o resgate e continuidade.”
Job: “Somos uma comunidade em crescimento, quero moderar e escalar com controle sem perder a identidade do grupo.”
Job: “Integrar minhas ferramentas favoritas, preciso que o ambiente suporte automações e extensões personalizadas.”
Job: “Ao participar de múltiplas comunidades, quero facilidade para alternar entre elas sem me perder ou confundir.”
Outcomes
Slack pode integrar com calendários, ferramentas e arquivos compartilhados.
Threads, canais por temas e histórico de mensagens são diferenciais.
Admins precisam de recursos de moderação, branding e métricas.
Comunidades tech e criativas querem conectar APIs ou bots.
Slack permite múltiplos workspaces, mas onboarding para isso é fraco.
Oportunidades
Criar templates ou integrações nativas com calendário, check-ins e notificações de eventos.
Melhor onboarding de como usar threads e canais para novos usuários de comunidade.
Ferramentas de moderação + branding visual da comunidade (nome, avatar, cores etc.).
Destacar as integrações do Slack como diferencial competitivo com experiência de setup guiado.
Criar experiências mais intuitivas para gerenciar e trocar entre comunidades.
Para cada Job identificado, cruzei os objetivos dos usuários, obstáculos enfrentados e oportunidades percebidas. Isso foi essencial para priorizar onde gerar valor com maior impacto.
Persona
A partir da análise das entrevistas, consolidei uma persona representativa para este desafio:



Persona
Essa persona ajudou a manter o foco em resolver os problemas reais durante as próximas etapas.
Etapa 4: Benchmarking e Análise de Concorrência
Analisei como outras plataformas de comunidades lidavam com problemas similares.



Análise de concorrentes
Essa etapa ampliou minha perspectiva sobre possíveis soluções, e ajudou a validar que alguns desafios enfrentados pelos usuários não eram exclusivos do Slack — mas poderiam ser mitigados com abordagens diferentes.
Análise geral
Slack ainda é o mais equilibrado entre integrações, organização e automação, mas tem custo crescente conforme a comunidade cresce (o plano gratuito é limitante).
Discord é o mais próximo para comunidades: gratuito, flexível, altamente customizável, mas tem uma experiência mais voltada para “gamer”, o que pode não agradar todos os públicos.
Telegram é interessante para grupos menos formais, mas perde no quesito de gestão e integrações robustas.
Whatsapp é muito prático para microgrupos, mas inviável para grandes comunidades.
Teams e Google Chat são mais fortes para uso corporativo interno do que para comunidades abertas.
Etapa 5: Stakeholders e Comunicação de Resultados
Estruturei uma matriz com os principais stakeholders envolvidos em um possível projeto de verticalização do Slack para comunidades:



Matriz Stackholder
Planejamento e execução de entrevistas com comunidades (definição de roteiro, recrutamento e análise de dados);
Mapeamento e alinhamento com stakeholders estratégicos, conforme matriz de influência/interesse;
Documentação de aprendizados e hipóteses no Notion compartilhado;
Facilitação de rituais de co-criação, como workshops de ideação e priorização;
Comunicação contínua com todos os envolvidos, ajustando o nível de detalhe conforme o perfil de cada stakeholder.
Definindo o grau de influência, frequência de comunicação e profundidade de abordagem ideal com cada perfil — desde o time de produto até suporte técnico.
Etapa 6: Revisitando a Matriz CSD e Estruturação da Árvore de Oportunidades
Após consolidar os aprendizados das entrevistas, revisitei a matriz CSD com uma nova perspectiva.



Matriz CSD após as pesquisas
Reclassifiquei as certezas, suposições e dúvidas com base nas evidências, o que fortaleceu a clareza para tomada de decisão.
Árvore de oportunidades
Organizei a árvore de oportunidades com base nos aprendizados das entrevistas, destacando dores prioritárias, com potencial de impacto e alinhamento estratégico.



Árvore de oportunidades
Etapa 7: Definição de Soluções, Testes e Métricas
Por fim, estruturei as soluções para os experimentos.



Exemplo:
Oportunidade: Dificuldade no onboarding de novos membros.
Solução: Slack bot personalizado.
Métrica: Quantidade de novos membros engajados após 7 dias.
Conclusão
Este case representou uma aplicação prática dos principais conceitos de Product Discovery: escuta ativa, priorização por valor e validação com usuários. Ao longo do processo, exercitei a capacidade de estruturar hipóteses, investigar problemas e transformar dados em oportunidades tangíveis.
O desafio do Slack com comunidades é um reflexo comum em produtos digitais que buscam expandir sua atuação para novos públicos. Ao adotar uma abordagem investigativa, conseguimos traduzir incertezas em direções claras de solução, sempre com base na empatia, evidência e estratégia.
Cases
Cases
Cases
Redesign
Transformando uma experiência falha em um app funcional e confiável



Sobre o aplicativo
Sobre o aplicativo
Sobre o aplicativo
Visão geral
Visão geral
Visão geral
Analisei criticamente a usabilidade do aplicativo Rede para validar minhas hipóteses sobre possíveis barreiras na experiência do usuário. A partir dos insights obtidos, desenvolvi propostas de redesign capazes de eliminar fricções, aumentar a eficiência e tornar a jornada mais intuitiva e satisfatória.
Analisei criticamente a usabilidade do aplicativo Rede para validar minhas hipóteses sobre possíveis barreiras na experiência do usuário. A partir dos insights obtidos, desenvolvi propostas de redesign capazes de eliminar fricções, aumentar a eficiência e tornar a jornada mais intuitiva e satisfatória.
Analisei criticamente a usabilidade do aplicativo Rede para validar minhas hipóteses sobre possíveis barreiras na experiência do usuário. A partir dos insights obtidos, desenvolvi propostas de redesign capazes de eliminar fricções, aumentar a eficiência e tornar a jornada mais intuitiva e satisfatória.
Problemas identificados
Problemas identificados
Problemas identificados
Baixa usabilidade na tela de login;
Layout inconsistente com padrões modernos;
Falta de responsividade em telas críticas;
Jornada de usuário pouco intuitiva.
Baixa usabilidade na tela de login;
Layout inconsistente com padrões modernos;
Falta de responsividade em telas críticas;
Jornada de usuário pouco intuitiva.
Baixa usabilidade na tela de login;
Layout inconsistente com padrões modernos;
Falta de responsividade em telas críticas;
Jornada de usuário pouco intuitiva.
Desk research
Desk research
Desk research
Nesta etapa, meu objetivo foi compreender a fundo quais problemas reais os usuários enfrentam no aplicativo, indo além das percepções iniciais. Mesmo após identificar diversos pontos de melhoria na análise preliminar, sabia que não poderia me basear apenas em suposições. Conduzi então uma pesquisa exploratória em plataformas de reclamações e avaliações — como Reclame Aqui, Google Play e App Store. Embora a quantidade de relatos fosse reduzida, os registros encontrados trouxeram indícios valiosos sobre a experiência e necessidades dos usuários, apresentados a seguir.
Nesta etapa, meu objetivo foi compreender a fundo quais problemas reais os usuários enfrentam no aplicativo, indo além das percepções iniciais. Mesmo após identificar diversos pontos de melhoria na análise preliminar, sabia que não poderia me basear apenas em suposições. Conduzi então uma pesquisa exploratória em plataformas de reclamações e avaliações — como Reclame Aqui, Google Play e App Store. Embora a quantidade de relatos fosse reduzida, os registros encontrados trouxeram indícios valiosos sobre a experiência e necessidades dos usuários, apresentados a seguir.
Nesta etapa, meu objetivo foi compreender a fundo quais problemas reais os usuários enfrentam no aplicativo, indo além das percepções iniciais. Mesmo após identificar diversos pontos de melhoria na análise preliminar, sabia que não poderia me basear apenas em suposições. Conduzi então uma pesquisa exploratória em plataformas de reclamações e avaliações — como Reclame Aqui, Google Play e App Store. Embora a quantidade de relatos fosse reduzida, os registros encontrados trouxeram indícios valiosos sobre a experiência e necessidades dos usuários, apresentados a seguir.


Dados quantitativos
Dados quantitativos
Dados quantitativos
O mercado de seguros de automóveis no Brasil é robusto e competitivo. De acordo com a Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNSeg), até dezembro de 2017 o país já contava com uma frota de 17,1 milhões de carros segurados. Segundo a SUSEP, órgão regulador do setor, em dezembro de 2021 havia 59 seguradoras de automóveis em operação no país. Em 2020, o segmento faturou R$ 43,9 bilhões e registrou a venda de mais de 12,6 milhões de apólices.
Esses números reforçam a importância de oferecer experiências digitais eficientes e competitivas. Em um mercado de alta concorrência e grande volume de transações, cada ponto de fricção na jornada do usuário pode significar perda de clientes e oportunidades.
O mercado de seguros de automóveis no Brasil é robusto e competitivo. De acordo com a Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNSeg), até dezembro de 2017 o país já contava com uma frota de 17,1 milhões de carros segurados. Segundo a SUSEP, órgão regulador do setor, em dezembro de 2021 havia 59 seguradoras de automóveis em operação no país. Em 2020, o segmento faturou R$ 43,9 bilhões e registrou a venda de mais de 12,6 milhões de apólices.
Esses números reforçam a importância de oferecer experiências digitais eficientes e competitivas. Em um mercado de alta concorrência e grande volume de transações, cada ponto de fricção na jornada do usuário pode significar perda de clientes e oportunidades.
O mercado de seguros de automóveis no Brasil é robusto e competitivo. De acordo com a Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNSeg), até dezembro de 2017 o país já contava com uma frota de 17,1 milhões de carros segurados. Segundo a SUSEP, órgão regulador do setor, em dezembro de 2021 havia 59 seguradoras de automóveis em operação no país. Em 2020, o segmento faturou R$ 43,9 bilhões e registrou a venda de mais de 12,6 milhões de apólices.
Esses números reforçam a importância de oferecer experiências digitais eficientes e competitivas. Em um mercado de alta concorrência e grande volume de transações, cada ponto de fricção na jornada do usuário pode significar perda de clientes e oportunidades.
O mercado de seguros
O mercado de seguros
O mercado de seguros
Em um mercado com dezenas de empresas oferecendo serviços semelhantes, a experiência do usuário torna-se um diferencial competitivo crucial. Os dados apresentados evidenciam que, diante de dificuldades na navegação ou barreiras para concluir ações essenciais, o usuário pode abandonar a jornada e migrar para outro prestador.
Quem contrata um seguro busca mais do que proteção material: espera tranquilidade, agilidade e confiança em todas as interações. Quando tarefas simples — como emitir a segunda via de um boleto ou comunicar um sinistro — se tornam complexas ou pouco intuitivas, a frustração é inevitável. Esse desalinhamento entre expectativa e experiência pode comprometer a percepção de valor do serviço, resultando em perda de clientes.
Diante desse cenário, tornou-se essencial investigar de forma estruturada quais barreiras estavam impactando a experiência no aplicativo. Essa necessidade orientou o início da etapa de pesquisa, com o objetivo de compreender não apenas o que estava acontecendo, mas também por que estava acontecendo, e como isso afetava a relação do usuário com a marca.
Em um mercado com dezenas de empresas oferecendo serviços semelhantes, a experiência do usuário torna-se um diferencial competitivo crucial. Os dados apresentados evidenciam que, diante de dificuldades na navegação ou barreiras para concluir ações essenciais, o usuário pode abandonar a jornada e migrar para outro prestador.
Quem contrata um seguro busca mais do que proteção material: espera tranquilidade, agilidade e confiança em todas as interações. Quando tarefas simples — como emitir a segunda via de um boleto ou comunicar um sinistro — se tornam complexas ou pouco intuitivas, a frustração é inevitável. Esse desalinhamento entre expectativa e experiência pode comprometer a percepção de valor do serviço, resultando em perda de clientes.
Diante desse cenário, tornou-se essencial investigar de forma estruturada quais barreiras estavam impactando a experiência no aplicativo. Essa necessidade orientou o início da etapa de pesquisa, com o objetivo de compreender não apenas o que estava acontecendo, mas também por que estava acontecendo, e como isso afetava a relação do usuário com a marca.
Em um mercado com dezenas de empresas oferecendo serviços semelhantes, a experiência do usuário torna-se um diferencial competitivo crucial. Os dados apresentados evidenciam que, diante de dificuldades na navegação ou barreiras para concluir ações essenciais, o usuário pode abandonar a jornada e migrar para outro prestador.
Quem contrata um seguro busca mais do que proteção material: espera tranquilidade, agilidade e confiança em todas as interações. Quando tarefas simples — como emitir a segunda via de um boleto ou comunicar um sinistro — se tornam complexas ou pouco intuitivas, a frustração é inevitável. Esse desalinhamento entre expectativa e experiência pode comprometer a percepção de valor do serviço, resultando em perda de clientes.
Diante desse cenário, tornou-se essencial investigar de forma estruturada quais barreiras estavam impactando a experiência no aplicativo. Essa necessidade orientou o início da etapa de pesquisa, com o objetivo de compreender não apenas o que estava acontecendo, mas também por que estava acontecendo, e como isso afetava a relação do usuário com a marca.
Análise de competidores
Análise de competidores
Análise de competidores
Realizei uma análise comparativa de empresas que oferecem serviços de seguros, incluindo tanto cooperativas quanto grandes seguradoras do mercado. O objetivo foi identificar quais funcionalidades e serviços são disponibilizados aos clientes, mapeando padrões, boas práticas e oportunidades de diferenciação. A partir dessa avaliação, destaco a seguir os principais pontos observados.
Realizei uma análise comparativa de empresas que oferecem serviços de seguros, incluindo tanto cooperativas quanto grandes seguradoras do mercado. O objetivo foi identificar quais funcionalidades e serviços são disponibilizados aos clientes, mapeando padrões, boas práticas e oportunidades de diferenciação. A partir dessa avaliação, destaco a seguir os principais pontos observados.
Realizei uma análise comparativa de empresas que oferecem serviços de seguros, incluindo tanto cooperativas quanto grandes seguradoras do mercado. O objetivo foi identificar quais funcionalidades e serviços são disponibilizados aos clientes, mapeando padrões, boas práticas e oportunidades de diferenciação. A partir dessa avaliação, destaco a seguir os principais pontos observados.



Acesso e autenticação
🚫 Login sem métodos alternativos (redes sociais ou Google)
Funcionalidades e informações
✅ Menu principal de fácil acesso com recursos essenciais
✅ Percentual de indenização disponível para consulta
🚫 Modelo do veículo não exibido
Experiência do usuário
✅ Botão para comunicar roubo ou furto em local de destaque e fácil acesso
Acesso e autenticação
🚫 Login sem métodos alternativos (redes sociais ou Google)
Funcionalidades e informações
✅ Menu principal de fácil acesso com recursos essenciais
✅ Percentual de indenização disponível para consulta
🚫 Modelo do veículo não exibido
Experiência do usuário
✅ Botão para comunicar roubo ou furto em local de destaque e fácil acesso
Acesso e autenticação
🚫 Login sem métodos alternativos (redes sociais ou Google)
Funcionalidades e informações
✅ Menu principal de fácil acesso com recursos essenciais
✅ Percentual de indenização disponível para consulta
🚫 Modelo do veículo não exibido
Experiência do usuário
✅ Botão para comunicar roubo ou furto em local de destaque e fácil acesso



Acesso e autenticação
🚫 Ausência de medidor de força da senha no cadastro
Funcionalidades e informações
✅ Exibição do número da apólice e sua vigência
🚫 Modelo do veículo não exibido
Experiência do usuário
✅ Nome do usuário exibido, gerando personalização e empatia
✅ Botão para comunicar roubo ou furto em local de destaque e fácil acesso
Acesso e autenticação
🚫 Ausência de medidor de força da senha no cadastro
Funcionalidades e informações
✅ Exibição do número da apólice e sua vigência
🚫 Modelo do veículo não exibido
Experiência do usuário
✅ Nome do usuário exibido, gerando personalização e empatia
✅ Botão para comunicar roubo ou furto em local de destaque e fácil acesso
Acesso e autenticação
🚫 Ausência de medidor de força da senha no cadastro
Funcionalidades e informações
✅ Exibição do número da apólice e sua vigência
🚫 Modelo do veículo não exibido
Experiência do usuário
✅ Nome do usuário exibido, gerando personalização e empatia
✅ Botão para comunicar roubo ou furto em local de destaque e fácil acesso



Acesso e autenticação
🚫 Grande quantidade de informação solicitada no cadastro do primeiro acesso
✅ Visualização da senha no momento do cadastro
Funcionalidades e informações
✅ Botão de ajuda acessível
Acesso e autenticação
🚫 Grande quantidade de informação solicitada no cadastro do primeiro acesso
✅ Visualização da senha no momento do cadastro
Funcionalidades e informações
✅ Botão de ajuda acessível
Acesso e autenticação
🚫 Grande quantidade de informação solicitada no cadastro do primeiro acesso
✅ Visualização da senha no momento do cadastro
Funcionalidades e informações
✅ Botão de ajuda acessível
Boas práticas observadas
Boas práticas observadas
Boas práticas observadas





Ergonomia e zonas de toque (Thumb Zones)
Ergonomia e zonas de toque (Thumb Zones)
Ergonomia e zonas de toque (Thumb Zones)
No benchmark com a Webmotors, identifiquei elementos que facilitam o acesso e reduzem barreiras na entrada: métodos alternativos de login (Google, Apple e redes sociais), fluxo simplificado e design que orienta o usuário de forma clara. Esses recursos diminuem esforço cognitivo e tempo de execução, tornando a primeira interação mais intuitiva e ágil.
No benchmark com a Webmotors, identifiquei elementos que facilitam o acesso e reduzem barreiras na entrada: métodos alternativos de login (Google, Apple e redes sociais), fluxo simplificado e design que orienta o usuário de forma clara. Esses recursos diminuem esforço cognitivo e tempo de execução, tornando a primeira interação mais intuitiva e ágil.
No benchmark com a Webmotors, identifiquei elementos que facilitam o acesso e reduzem barreiras na entrada: métodos alternativos de login (Google, Apple e redes sociais), fluxo simplificado e design que orienta o usuário de forma clara. Esses recursos diminuem esforço cognitivo e tempo de execução, tornando a primeira interação mais intuitiva e ágil.

Ergonomia e zonas de toque (Thumb Zones)
Estudos de usabilidade indicam que:
49% dos usuários interagem com o celular usando apenas uma mão;
36% utilizam o modo cradled (apoiando o celular com uma mão e tocando com a outra);
15% usam ambas as mãos.
No aplicativo Rede, elementos interativos importantes estão posicionados em áreas de difícil alcance, exigindo maior esforço motor e prejudicando a fluidez da navegação. Além disso, a distribuição desalinhada dos botões compromete a hierarquia visual e dificulta a previsibilidade das ações.
Ergonomia e zonas de toque (Thumb Zones)
Estudos de usabilidade indicam que:
49% dos usuários interagem com o celular usando apenas uma mão;
36% utilizam o modo cradled (apoiando o celular com uma mão e tocando com a outra);
15% usam ambas as mãos.
No aplicativo Rede, elementos interativos importantes estão posicionados em áreas de difícil alcance, exigindo maior esforço motor e prejudicando a fluidez da navegação. Além disso, a distribuição desalinhada dos botões compromete a hierarquia visual e dificulta a previsibilidade das ações.
Ergonomia e zonas de toque (Thumb Zones)
Estudos de usabilidade indicam que:
49% dos usuários interagem com o celular usando apenas uma mão;
36% utilizam o modo cradled (apoiando o celular com uma mão e tocando com a outra);
15% usam ambas as mãos.
No aplicativo Rede, elementos interativos importantes estão posicionados em áreas de difícil alcance, exigindo maior esforço motor e prejudicando a fluidez da navegação. Além disso, a distribuição desalinhada dos botões compromete a hierarquia visual e dificulta a previsibilidade das ações.
Problemas na tela inicial (Home)
Problemas na tela inicial (Home)
Problemas na tela inicial (Home)

Na Home, a ausência de organização hierárquica e a distribuição dispersa dos botões comprometem a experiência. Funções essenciais, como acionar ajuda ou comunicar um sinistro, não estão facilmente localizáveis e muitas vezes encontram-se fora das thumb zones, o que aumenta o tempo para execução e gera sensação de desorganização — deixando o usuário “perdido” na interface.
Na Home, a ausência de organização hierárquica e a distribuição dispersa dos botões comprometem a experiência. Funções essenciais, como acionar ajuda ou comunicar um sinistro, não estão facilmente localizáveis e muitas vezes encontram-se fora das thumb zones, o que aumenta o tempo para execução e gera sensação de desorganização — deixando o usuário “perdido” na interface.
Na Home, a ausência de organização hierárquica e a distribuição dispersa dos botões comprometem a experiência. Funções essenciais, como acionar ajuda ou comunicar um sinistro, não estão facilmente localizáveis e muitas vezes encontram-se fora das thumb zones, o que aumenta o tempo para execução e gera sensação de desorganização — deixando o usuário “perdido” na interface.
Telas atuais do aplicativo - REDE
Telas atuais do aplicativo - REDE
Telas atuais do aplicativo - REDE



Avaliação das telas atuais
Avaliação das telas atuais
Avaliação das telas atuais
Com base na análise heurística e observação de padrões de interação, foram identificadas oportunidades cruciais para otimizar a experiência do usuário, reduzir fricções e aumentar a usabilidade do aplicativo:
Com base na análise heurística e observação de padrões de interação, foram identificadas oportunidades cruciais para otimizar a experiência do usuário, reduzir fricções e aumentar a usabilidade do aplicativo:
Com base na análise heurística e observação de padrões de interação, foram identificadas oportunidades cruciais para otimizar a experiência do usuário, reduzir fricções e aumentar a usabilidade do aplicativo:
1. Distribuição desorganizada de botões
Problema: Ações espalhadas sem agrupamento lógico comprometem a previsibilidade e dificultam o escaneamento visual.
Recomendação: Reorganizar os botões por proximidade funcional, favorecendo a fluidez da navegação.
2. Desalinhamento com as thumb zones
Problema: Elementos interativos estão posicionados em áreas de difícil alcance com o polegar, principalmente em dispositivos maiores.
Recomendação: Ajustar o layout às zonas de toque ergonômicas para reduzir esforço motor.
3. Ausência clara de botão de logout
Problema: Falta de ponto de saída explícito, comprometendo a autonomia do usuário e contrariando o princípio de controle e liberdade.
Recomendação: Inserir botão de logout visível e de fácil acesso.
4. Botão “OK” após login
Problema: Necessidade de ação extra após inserir credenciais quebra o fluxo esperado.
Recomendação: Acionar login automaticamente ao pressionar Enter ou usar um botão primário claro e direto.
5. Teclado inadequado para entrada de CPF
Problema: Campo numérico exibe teclado padrão, aumentando esforço cognitivo.
Recomendação: Configurar teclado numérico para otimizar a entrada de dados.
6. Falta de opção para editar dados pessoais
Problema: Impossibilidade de editar informações na seção “Meus Dados” limita autonomia e aumenta atrito em tarefas simples.
Recomendação: Incluir botão “Editar” para permitir atualizações rápidas.
7. Ausência de métodos alternativos de login
Problema: Falta de integração com Google ou redes sociais torna o cadastro mais burocrático.
Recomendação: Adicionar métodos de autenticação alternativos para facilitar o acesso, especialmente de novos usuários.
1. Distribuição desorganizada de botões
Problema: Ações espalhadas sem agrupamento lógico comprometem a previsibilidade e dificultam o escaneamento visual.
Recomendação: Reorganizar os botões por proximidade funcional, favorecendo a fluidez da navegação.
2. Desalinhamento com as thumb zones
Problema: Elementos interativos estão posicionados em áreas de difícil alcance com o polegar, principalmente em dispositivos maiores.
Recomendação: Ajustar o layout às zonas de toque ergonômicas para reduzir esforço motor.
3. Ausência clara de botão de logout
Problema: Falta de ponto de saída explícito, comprometendo a autonomia do usuário e contrariando o princípio de controle e liberdade.
Recomendação: Inserir botão de logout visível e de fácil acesso.
4. Botão “OK” após login
Problema: Necessidade de ação extra após inserir credenciais quebra o fluxo esperado.
Recomendação: Acionar login automaticamente ao pressionar Enter ou usar um botão primário claro e direto.
5. Teclado inadequado para entrada de CPF
Problema: Campo numérico exibe teclado padrão, aumentando esforço cognitivo.
Recomendação: Configurar teclado numérico para otimizar a entrada de dados.
6. Falta de opção para editar dados pessoais
Problema: Impossibilidade de editar informações na seção “Meus Dados” limita autonomia e aumenta atrito em tarefas simples.
Recomendação: Incluir botão “Editar” para permitir atualizações rápidas.
7. Ausência de métodos alternativos de login
Problema: Falta de integração com Google ou redes sociais torna o cadastro mais burocrático.
Recomendação: Adicionar métodos de autenticação alternativos para facilitar o acesso, especialmente de novos usuários.
Problema identificado | Impacto na experiência | Recomendação de melhoria |
|---|---|---|
Distribuição desorganizada de botões | Dificulta o escaneamento visual e reduz a previsibilidade da navegação | Agrupar botões por proximidade funcional para favorecer a fluidez |
Desalinhamento com as thumb zones | Elementos fora do alcance ergonômico aumentam esforço motor | Reposicionar elementos interativos para zonas de toque ideais |
Ausência de botão de logout visível | Compromete a autonomia e viola o princípio de controle e liberdade | Incluir botão de logout de fácil localização |
Botão “OK” após login | Quebra o fluxo esperado e gera etapa desnecessária | Acionar login automaticamente ao pressionar Enter ou com botão primário |
Teclado inadequado para CPF | Exige esforço cognitivo desnecessário na digitação | Usar teclado numérico para campos exclusivos de números |
Falta de opção para editar dados pessoais | Gera frustração e impede atualizações rápidas | Adicionar botão “Editar” na seção “Meus Dados” |
Ausência de métodos alternativos de login | Torna o cadastro mais burocrático, especialmente para novos usuários | Integrar opções como Google e redes sociais |
Problema identificado | Impacto na experiência | Recomendação de melhoria |
|---|---|---|
Distribuição desorganizada de botões | Dificulta o escaneamento visual e reduz a previsibilidade da navegação | Agrupar botões por proximidade funcional para favorecer a fluidez |
Desalinhamento com as thumb zones | Elementos fora do alcance ergonômico aumentam esforço motor | Reposicionar elementos interativos para zonas de toque ideais |
Ausência de botão de logout visível | Compromete a autonomia e viola o princípio de controle e liberdade | Incluir botão de logout de fácil localização |
Botão “OK” após login | Quebra o fluxo esperado e gera etapa desnecessária | Acionar login automaticamente ao pressionar Enter ou com botão primário |
Teclado inadequado para CPF | Exige esforço cognitivo desnecessário na digitação | Usar teclado numérico para campos exclusivos de números |
Falta de opção para editar dados pessoais | Gera frustração e impede atualizações rápidas | Adicionar botão “Editar” na seção “Meus Dados” |
Ausência de métodos alternativos de login | Torna o cadastro mais burocrático, especialmente para novos usuários | Integrar opções como Google e redes sociais |
Proposta de fluxo otimizado
Proposta de fluxo otimizado
Proposta de fluxo otimizado
Com base nas oportunidades identificadas na análise comparativa e nos princípios de usabilidade, foi estruturado um novo fluxo de navegação para o aplicativo.
O objetivo é reduzir etapas desnecessárias, facilitar o acesso a funções críticas e garantir maior previsibilidade para a pessoa usuária.
A proposta contempla:
Fluxo de autenticação simplificado – com opções alternativas de login, campos otimizados para o contexto de uso e redução de cliques para conclusão da ação.
Fluxo após autenticação reorganizado – priorizando funções essenciais, agrupadas por afinidade e posicionadas em áreas de fácil alcance, alinhadas às zonas de toque mais confortáveis.
A seguir, apresentamos o fluxo proposto para o redesign do aplicativo:
Com base nas oportunidades identificadas na análise comparativa e nos princípios de usabilidade, foi estruturado um novo fluxo de navegação para o aplicativo.
O objetivo é reduzir etapas desnecessárias, facilitar o acesso a funções críticas e garantir maior previsibilidade para a pessoa usuária.
A proposta contempla:
Fluxo de autenticação simplificado – com opções alternativas de login, campos otimizados para o contexto de uso e redução de cliques para conclusão da ação.
Fluxo após autenticação reorganizado – priorizando funções essenciais, agrupadas por afinidade e posicionadas em áreas de fácil alcance, alinhadas às zonas de toque mais confortáveis.
A seguir, apresentamos o fluxo proposto para o redesign do aplicativo:
Com base nas oportunidades identificadas na análise comparativa e nos princípios de usabilidade, foi estruturado um novo fluxo de navegação para o aplicativo.
O objetivo é reduzir etapas desnecessárias, facilitar o acesso a funções críticas e garantir maior previsibilidade para a pessoa usuária.
A proposta contempla:
Fluxo de autenticação simplificado – com opções alternativas de login, campos otimizados para o contexto de uso e redução de cliques para conclusão da ação.
Fluxo após autenticação reorganizado – priorizando funções essenciais, agrupadas por afinidade e posicionadas em áreas de fácil alcance, alinhadas às zonas de toque mais confortáveis.
A seguir, apresentamos o fluxo proposto para o redesign do aplicativo:



Proposta wireframes
Proposta wireframes
Proposta wireframes
A partir das oportunidades identificadas na análise comparativa e nos princípios de usabilidade, estruturamos uma proposta de fluxo otimizado para o aplicativo.
O objetivo do redesign é tornar a navegação mais intuitiva, reduzir etapas desnecessárias e garantir que as funções críticas sejam facilmente acessíveis, promovendo uma experiência mais previsível e eficiente para o usuário.
A proposta contempla:
Fluxo de autenticação simplificado – com opções alternativas de login, campos contextualizados e redução de cliques para concluir a ação.
Fluxo principal reorganizado – funções essenciais agrupadas por afinidade e posicionadas em áreas de fácil alcance, respeitando zonas de toque e padrões de usabilidade.
A seguir, apresentamos os wireframes que ilustram o fluxo proposto para o redesign do aplicativo:
A partir das oportunidades identificadas na análise comparativa e nos princípios de usabilidade, estruturamos uma proposta de fluxo otimizado para o aplicativo.
O objetivo do redesign é tornar a navegação mais intuitiva, reduzir etapas desnecessárias e garantir que as funções críticas sejam facilmente acessíveis, promovendo uma experiência mais previsível e eficiente para o usuário.
A proposta contempla:
Fluxo de autenticação simplificado – com opções alternativas de login, campos contextualizados e redução de cliques para concluir a ação.
Fluxo principal reorganizado – funções essenciais agrupadas por afinidade e posicionadas em áreas de fácil alcance, respeitando zonas de toque e padrões de usabilidade.
A seguir, apresentamos os wireframes que ilustram o fluxo proposto para o redesign do aplicativo:
A partir das oportunidades identificadas na análise comparativa e nos princípios de usabilidade, estruturamos uma proposta de fluxo otimizado para o aplicativo.
O objetivo do redesign é tornar a navegação mais intuitiva, reduzir etapas desnecessárias e garantir que as funções críticas sejam facilmente acessíveis, promovendo uma experiência mais previsível e eficiente para o usuário.
A proposta contempla:
Fluxo de autenticação simplificado – com opções alternativas de login, campos contextualizados e redução de cliques para concluir a ação.
Fluxo principal reorganizado – funções essenciais agrupadas por afinidade e posicionadas em áreas de fácil alcance, respeitando zonas de toque e padrões de usabilidade.
A seguir, apresentamos os wireframes que ilustram o fluxo proposto para o redesign do aplicativo:



Proposta Home
Proposta Home
Proposta Home
A Home foi reprojetada para oferecer clareza, ação imediata e eficiência na navegação. A organização segue princípios de proximidade e agrupamento funcional, permitindo que o usuário identifique rapidamente as principais ações sem sobrecarga cognitiva.
Os botões de ação primária foram reposicionados em áreas de alta visibilidade e reforçados visualmente com contrastes, sombreamento e rotulagem clara, garantindo precisão no toque — essencial em contextos de uso rápido, como dentro de um veículo.
A hierarquia visual prioriza informações críticas, como localização do veículo, status de rastreamento e alertas, enquanto funcionalidades secundárias são apresentadas de forma acessível, mas sem competir por atenção.
O design equilibra simplicidade e robustez funcional, respeitando zonas de toque ideais e criando um fluxo intuitivo que conecta eficiência, previsibilidade e segurança para o usuário.
A Home foi reprojetada para oferecer clareza, ação imediata e eficiência na navegação. A organização segue princípios de proximidade e agrupamento funcional, permitindo que o usuário identifique rapidamente as principais ações sem sobrecarga cognitiva.
Os botões de ação primária foram reposicionados em áreas de alta visibilidade e reforçados visualmente com contrastes, sombreamento e rotulagem clara, garantindo precisão no toque — essencial em contextos de uso rápido, como dentro de um veículo.
A hierarquia visual prioriza informações críticas, como localização do veículo, status de rastreamento e alertas, enquanto funcionalidades secundárias são apresentadas de forma acessível, mas sem competir por atenção.
O design equilibra simplicidade e robustez funcional, respeitando zonas de toque ideais e criando um fluxo intuitivo que conecta eficiência, previsibilidade e segurança para o usuário.
A Home foi reprojetada para oferecer clareza, ação imediata e eficiência na navegação. A organização segue princípios de proximidade e agrupamento funcional, permitindo que o usuário identifique rapidamente as principais ações sem sobrecarga cognitiva.
Os botões de ação primária foram reposicionados em áreas de alta visibilidade e reforçados visualmente com contrastes, sombreamento e rotulagem clara, garantindo precisão no toque — essencial em contextos de uso rápido, como dentro de um veículo.
A hierarquia visual prioriza informações críticas, como localização do veículo, status de rastreamento e alertas, enquanto funcionalidades secundárias são apresentadas de forma acessível, mas sem competir por atenção.
O design equilibra simplicidade e robustez funcional, respeitando zonas de toque ideais e criando um fluxo intuitivo que conecta eficiência, previsibilidade e segurança para o usuário.



Conclusão
Conclusão
Conclusão
O redesign do aplicativo transformou uma interface funcional, porém limitada, em uma experiência digital clara, intuitiva e confiável. Cada decisão de design foi guiada por pesquisa e boas práticas de UX, desde a reorganização da hierarquia visual até o refinamento das zonas de toque e agrupamento funcional.
O resultado é um fluxo mais eficiente e previsível, em que as tarefas principais do usuário podem ser realizadas com rapidez e confiança. Mais do que ajustes estéticos, o redesign evidencia como uma abordagem centrada no usuário eleva a percepção de valor do produto, especialmente em contextos críticos como segurança e rastreamento em tempo real.
Este case mostra que pesquisa, análise e design colaboram para criar experiências que não apenas funcionam, mas se tornam intuitivamente claras e confiáveis para quem as utiliza.
O redesign do aplicativo transformou uma interface funcional, porém limitada, em uma experiência digital clara, intuitiva e confiável. Cada decisão de design foi guiada por pesquisa e boas práticas de UX, desde a reorganização da hierarquia visual até o refinamento das zonas de toque e agrupamento funcional.
O resultado é um fluxo mais eficiente e previsível, em que as tarefas principais do usuário podem ser realizadas com rapidez e confiança. Mais do que ajustes estéticos, o redesign evidencia como uma abordagem centrada no usuário eleva a percepção de valor do produto, especialmente em contextos críticos como segurança e rastreamento em tempo real.
Este case mostra que pesquisa, análise e design colaboram para criar experiências que não apenas funcionam, mas se tornam intuitivamente claras e confiáveis para quem as utiliza.
O redesign do aplicativo transformou uma interface funcional, porém limitada, em uma experiência digital clara, intuitiva e confiável. Cada decisão de design foi guiada por pesquisa e boas práticas de UX, desde a reorganização da hierarquia visual até o refinamento das zonas de toque e agrupamento funcional.
O resultado é um fluxo mais eficiente e previsível, em que as tarefas principais do usuário podem ser realizadas com rapidez e confiança. Mais do que ajustes estéticos, o redesign evidencia como uma abordagem centrada no usuário eleva a percepção de valor do produto, especialmente em contextos críticos como segurança e rastreamento em tempo real.
Este case mostra que pesquisa, análise e design colaboram para criar experiências que não apenas funcionam, mas se tornam intuitivamente claras e confiáveis para quem as utiliza.
Durante minha participação no curso Product Discovery da Escola PM3, enfrentei um desafio proposto pelos instrutores: investigar um problema enfrentado pelo Slack no contexto de comunidades que utilizam a plataforma.
“Embora o Slack seja amplamente usado para comunicação interna, seu modelo atual não favorece a construção de comunidades ativas e engajadas — e isso é um problema.”
Contexto do Desafio
Hoje, o Slack é amplamente utilizado por empresas como ferramenta de comunicação interna. Apesar de seu modelo B2B, a plataforma também é adotada por algumas comunidades e grupos informais como canal principal de interação.
Contudo, percebe-se que esses públicos enfrentam fricções ao utilizar o Slack — seja pela falta de funcionalidades voltadas à organização de discussões ou pela complexidade para novos membros se integrarem. Como resultado, muitos desses grupos acabam migrando para alternativas como WhatsApp, Telegram ou Discord.
A partir disso, foi proposto o seguinte cenário:
E se o Slack decidisse investir em verticais de comunidades e pequenos grupos informais como um novo caminho de crescimento e monetização?
Etapa 1: Imersão e Definição de Hipóteses
O ponto de partida foi compreender o contexto: por que comunidades têm dificuldades ao usar o Slack?
“Grupos informais e comunidades têm dificuldades em utilizar o Slack para se organizarem, o que os leva a buscar alternativas mais intuitivas e flexíveis”.
Identifiquei a necessidade e possíveis fricções na experiência com base em percepções iniciais, gerando a primeira matriz CSD (Certezas, Suposições, Dúvidas), ajudando na organização do que eu sabia, acreditava e o que ainda precisava descobrir.


Matriz CSD
A partir da matriz, surgiram hipóteses como:
O Slack não oferece uma boa experiência para onboarding.
Organizar conteúdos importantes é desafiador.
Falta clareza sobre as funcionalidades disponíveis.
Etapa 2: Planejamento e Condução de Entrevistas
Com as hipóteses em mãos, avancei para a etapa de pesquisa qualitativa.
Estruturei o roteiro de entrevistas com base nas hipóteses iniciais, priorizando temas que pudessem validar ou refutar os principais pontos de incerteza identificados na matriz CSD.
As entrevistas permitiram identificar padrões recorrentes:
Falta de centralização de informações.
Dificuldade de manter membros engajados.
A ausência de recursos intuitivos para organização de temas.
Etapa 3: Análise com Jobs to be Done (JTBD)
Analisando as respostas das entrevistas para mapear os principais Jobs, e padrões de comportamento relevantes para redefinir a proposta de valor do Slack nesse contexto.
Exemplo:
Job: “Me manter atualizado com temas discutidos.”
Obstáculo: Discussões dispersas entre canais e threads.
Oportunidade: Organização intuitiva via tags e filtros.
Jobs (Hipotéticos)
Job: “Quando organizo eventos e reuniões em grupo, quero facilitar o alinhamento pré e pós evento, para manter todos engajados.”
Job: “Quando estamos discutindo temas complexos, quero que as conversas fiquem organizadas, para facilitar o resgate e continuidade.”
Job: “Somos uma comunidade em crescimento, quero moderar e escalar com controle sem perder a identidade do grupo.”
Job: “Integrar minhas ferramentas favoritas, preciso que o ambiente suporte automações e extensões personalizadas.”
Job: “Ao participar de múltiplas comunidades, quero facilidade para alternar entre elas sem me perder ou confundir.”
Outcomes
Slack pode integrar com calendários, ferramentas e arquivos compartilhados.
Threads, canais por temas e histórico de mensagens são diferenciais.
Admins precisam de recursos de moderação, branding e métricas.
Comunidades tech e criativas querem conectar APIs ou bots.
Slack permite múltiplos workspaces, mas onboarding para isso é fraco.
Oportunidades
Criar templates ou integrações nativas com calendário, check-ins e notificações de eventos.
Melhor onboarding de como usar threads e canais para novos usuários de comunidade.
Ferramentas de moderação + branding visual da comunidade (nome, avatar, cores etc.).
Destacar as integrações do Slack como diferencial competitivo com experiência de setup guiado.
Criar experiências mais intuitivas para gerenciar e trocar entre comunidades.
Para cada Job identificado, cruzei os objetivos dos usuários, obstáculos enfrentados e oportunidades percebidas. Isso foi essencial para priorizar onde gerar valor com maior impacto.
Persona
A partir da análise das entrevistas, consolidei uma persona representativa para este desafio:


Persona
Essa persona ajudou a manter o foco em resolver os problemas reais durante as próximas etapas.
Etapa 4: Benchmarking e Análise de Concorrência
Analisei como outras plataformas de comunidades lidavam com problemas similares.


Análise de concorrentes
Essa etapa ampliou minha perspectiva sobre possíveis soluções, e ajudou a validar que alguns desafios enfrentados pelos usuários não eram exclusivos do Slack — mas poderiam ser mitigados com abordagens diferentes.
Análise geral
Slack ainda é o mais equilibrado entre integrações, organização e automação, mas tem custo crescente conforme a comunidade cresce (o plano gratuito é limitante).
Discord é o mais próximo para comunidades: gratuito, flexível, altamente customizável, mas tem uma experiência mais voltada para “gamer”, o que pode não agradar todos os públicos.
Telegram é interessante para grupos menos formais, mas perde no quesito de gestão e integrações robustas.
Whatsapp é muito prático para microgrupos, mas inviável para grandes comunidades.
Teams e Google Chat são mais fortes para uso corporativo interno do que para comunidades abertas.
Etapa 5: Stakeholders e Comunicação de Resultados
Estruturei uma matriz com os principais stakeholders envolvidos em um possível projeto de verticalização do Slack para comunidades:


Matriz Stackholder
Planejamento e execução de entrevistas com comunidades (definição de roteiro, recrutamento e análise de dados);
Mapeamento e alinhamento com stakeholders estratégicos, conforme matriz de influência/interesse;
Documentação de aprendizados e hipóteses no Notion compartilhado;
Facilitação de rituais de co-criação, como workshops de ideação e priorização;
Comunicação contínua com todos os envolvidos, ajustando o nível de detalhe conforme o perfil de cada stakeholder.
Definindo o grau de influência, frequência de comunicação e profundidade de abordagem ideal com cada perfil — desde o time de produto até suporte técnico.
Etapa 6: Revisitando a Matriz CSD e Estruturação da Árvore de Oportunidades
Após consolidar os aprendizados das entrevistas, revisitei a matriz CSD com uma nova perspectiva.

Matriz CSD após as pesquisas
Reclassifiquei as certezas, suposições e dúvidas com base nas evidências, o que fortaleceu a clareza para tomada de decisão.
Árvore de oportunidades
Organizei a árvore de oportunidades com base nos aprendizados das entrevistas, destacando dores prioritárias, com potencial de impacto e alinhamento estratégico.


Árvore de oportunidades
Etapa 7: Definição de Soluções, Testes e Métricas
Por fim, estruturei as soluções para os experimentos.


Exemplo:
Oportunidade: Dificuldade no onboarding de novos membros.
Solução: Slack bot personalizado.
Métrica: Quantidade de novos membros engajados após 7 dias.
Conclusão
Este case representou uma aplicação prática dos principais conceitos de Product Discovery: escuta ativa, priorização por valor e validação com usuários. Ao longo do processo, exercitei a capacidade de estruturar hipóteses, investigar problemas e transformar dados em oportunidades tangíveis.
O desafio do Slack com comunidades é um reflexo comum em produtos digitais que buscam expandir sua atuação para novos públicos. Ao adotar uma abordagem investigativa, conseguimos traduzir incertezas em direções claras de solução, sempre com base na empatia, evidência e estratégia.
Cases
Cases
Redesign
Transformando uma experiência falha em um app funcional e confiável


Sobre o aplicativo
Visão geral
Analisei criticamente a usabilidade do aplicativo Rede para validar minhas hipóteses sobre possíveis barreiras na experiência do usuário. A partir dos insights obtidos, desenvolvi propostas de redesign capazes de eliminar fricções, aumentar a eficiência e tornar a jornada mais intuitiva e satisfatória.
Problemas identificados
Baixa usabilidade na tela de login;
Layout inconsistente com padrões modernos;
Falta de responsividade em telas críticas;
Jornada de usuário pouco intuitiva.
Desk research
Nesta etapa, meu objetivo foi compreender a fundo quais problemas reais os usuários enfrentam no aplicativo, indo além das percepções iniciais. Mesmo após identificar diversos pontos de melhoria na análise preliminar, sabia que não poderia me basear apenas em suposições. Conduzi então uma pesquisa exploratória em plataformas de reclamações e avaliações — como Reclame Aqui, Google Play e App Store. Embora a quantidade de relatos fosse reduzida, os registros encontrados trouxeram indícios valiosos sobre a experiência e necessidades dos usuários, apresentados a seguir.


Dados quantitativos
O mercado de seguros de automóveis no Brasil é robusto e competitivo. De acordo com a Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNSeg), até dezembro de 2017 o país já contava com uma frota de 17,1 milhões de carros segurados. Segundo a SUSEP, órgão regulador do setor, em dezembro de 2021 havia 59 seguradoras de automóveis em operação no país. Em 2020, o segmento faturou R$ 43,9 bilhões e registrou a venda de mais de 12,6 milhões de apólices.
Esses números reforçam a importância de oferecer experiências digitais eficientes e competitivas. Em um mercado de alta concorrência e grande volume de transações, cada ponto de fricção na jornada do usuário pode significar perda de clientes e oportunidades.
O mercado de seguros
Em um mercado com dezenas de empresas oferecendo serviços semelhantes, a experiência do usuário torna-se um diferencial competitivo crucial. Os dados apresentados evidenciam que, diante de dificuldades na navegação ou barreiras para concluir ações essenciais, o usuário pode abandonar a jornada e migrar para outro prestador.
Quem contrata um seguro busca mais do que proteção material: espera tranquilidade, agilidade e confiança em todas as interações. Quando tarefas simples — como emitir a segunda via de um boleto ou comunicar um sinistro — se tornam complexas ou pouco intuitivas, a frustração é inevitável. Esse desalinhamento entre expectativa e experiência pode comprometer a percepção de valor do serviço, resultando em perda de clientes.
Diante desse cenário, tornou-se essencial investigar de forma estruturada quais barreiras estavam impactando a experiência no aplicativo. Essa necessidade orientou o início da etapa de pesquisa, com o objetivo de compreender não apenas o que estava acontecendo, mas também por que estava acontecendo, e como isso afetava a relação do usuário com a marca.
Análise de competidores
Realizei uma análise comparativa de empresas que oferecem serviços de seguros, incluindo tanto cooperativas quanto grandes seguradoras do mercado. O objetivo foi identificar quais funcionalidades e serviços são disponibilizados aos clientes, mapeando padrões, boas práticas e oportunidades de diferenciação. A partir dessa avaliação, destaco a seguir os principais pontos observados.


Acesso e autenticação
🚫 Login sem métodos alternativos (redes sociais ou Google)
Funcionalidades e informações
✅ Menu principal de fácil acesso com recursos essenciais
✅ Percentual de indenização disponível para consulta
🚫 Modelo do veículo não exibido
Experiência do usuário
✅ Botão para comunicar roubo ou furto em local de destaque e fácil acesso


Acesso e autenticação
🚫 Ausência de medidor de força da senha no cadastro
Funcionalidades e informações
✅ Exibição do número da apólice e sua vigência
🚫 Modelo do veículo não exibido
Experiência do usuário
✅ Nome do usuário exibido, gerando personalização e empatia
✅ Botão para comunicar roubo ou furto em local de destaque e fácil acesso


Acesso e autenticação
🚫 Grande quantidade de informação solicitada no cadastro do primeiro acesso
✅ Visualização da senha no momento do cadastro
Funcionalidades e informações
✅ Botão de ajuda acessível
Boas práticas observadas


Ergonomia e zonas de toque (Thumb Zones)
No benchmark com a Webmotors, identifiquei elementos que facilitam o acesso e reduzem barreiras na entrada: métodos alternativos de login (Google, Apple e redes sociais), fluxo simplificado e design que orienta o usuário de forma clara. Esses recursos diminuem esforço cognitivo e tempo de execução, tornando a primeira interação mais intuitiva e ágil.


Ergonomia e zonas de toque (Thumb Zones)
Estudos de usabilidade indicam que:
49% dos usuários interagem com o celular usando apenas uma mão;
36% utilizam o modo cradled (apoiando o celular com uma mão e tocando com a outra);
15% usam ambas as mãos.
No aplicativo Rede, elementos interativos importantes estão posicionados em áreas de difícil alcance, exigindo maior esforço motor e prejudicando a fluidez da navegação. Além disso, a distribuição desalinhada dos botões compromete a hierarquia visual e dificulta a previsibilidade das ações.
Problemas na tela inicial (Home)


Na Home, a ausência de organização hierárquica e a distribuição dispersa dos botões comprometem a experiência. Funções essenciais, como acionar ajuda ou comunicar um sinistro, não estão facilmente localizáveis e muitas vezes encontram-se fora das thumb zones, o que aumenta o tempo para execução e gera sensação de desorganização — deixando o usuário “perdido” na interface.
Telas atuais do aplicativo - REDE


Avaliação das telas atuais
Com base na análise heurística e observação de padrões de interação, foram identificadas oportunidades cruciais para otimizar a experiência do usuário, reduzir fricções e aumentar a usabilidade do aplicativo:
Problema identificado | Impacto na experiência | Recomendação de melhoria |
|---|---|---|
Distribuição desorganizada de botões | Dificulta o escaneamento visual e reduz a previsibilidade da navegação | Agrupar botões por proximidade funcional para favorecer a fluidez |
Desalinhamento com as thumb zones | Elementos fora do alcance ergonômico aumentam esforço motor | Reposicionar elementos interativos para zonas de toque ideais |
Ausência de botão de logout visível | Compromete a autonomia e viola o princípio de controle e liberdade | Incluir botão de logout de fácil localização |
Botão “OK” após login | Quebra o fluxo esperado e gera etapa desnecessária | Acionar login automaticamente ao pressionar Enter ou com botão primário |
Teclado inadequado para CPF | Exige esforço cognitivo desnecessário na digitação | Usar teclado numérico para campos exclusivos de números |
Falta de opção para editar dados pessoais | Gera frustração e impede atualizações rápidas | Adicionar botão “Editar” na seção “Meus Dados” |
Ausência de métodos alternativos de login | Torna o cadastro mais burocrático, especialmente para novos usuários | Integrar opções como Google e redes sociais |
Proposta de fluxo otimizado
Com base nas oportunidades identificadas na análise comparativa e nos princípios de usabilidade, foi estruturado um novo fluxo de navegação para o aplicativo.
O objetivo é reduzir etapas desnecessárias, facilitar o acesso a funções críticas e garantir maior previsibilidade para a pessoa usuária.
A proposta contempla:
Fluxo de autenticação simplificado – com opções alternativas de login, campos otimizados para o contexto de uso e redução de cliques para conclusão da ação.
Fluxo após autenticação reorganizado – priorizando funções essenciais, agrupadas por afinidade e posicionadas em áreas de fácil alcance, alinhadas às zonas de toque mais confortáveis.
A seguir, apresentamos o fluxo proposto para o redesign do aplicativo:


Proposta wireframes
A partir das oportunidades identificadas na análise comparativa e nos princípios de usabilidade, estruturamos uma proposta de fluxo otimizado para o aplicativo.
O objetivo do redesign é tornar a navegação mais intuitiva, reduzir etapas desnecessárias e garantir que as funções críticas sejam facilmente acessíveis, promovendo uma experiência mais previsível e eficiente para o usuário.
A proposta contempla:
Fluxo de autenticação simplificado – com opções alternativas de login, campos contextualizados e redução de cliques para concluir a ação.
Fluxo principal reorganizado – funções essenciais agrupadas por afinidade e posicionadas em áreas de fácil alcance, respeitando zonas de toque e padrões de usabilidade.
A seguir, apresentamos os wireframes que ilustram o fluxo proposto para o redesign do aplicativo:


Proposta Home
A Home foi reprojetada para oferecer clareza, ação imediata e eficiência na navegação. A organização segue princípios de proximidade e agrupamento funcional, permitindo que o usuário identifique rapidamente as principais ações sem sobrecarga cognitiva.
Os botões de ação primária foram reposicionados em áreas de alta visibilidade e reforçados visualmente com contrastes, sombreamento e rotulagem clara, garantindo precisão no toque — essencial em contextos de uso rápido, como dentro de um veículo.
A hierarquia visual prioriza informações críticas, como localização do veículo, status de rastreamento e alertas, enquanto funcionalidades secundárias são apresentadas de forma acessível, mas sem competir por atenção.
O design equilibra simplicidade e robustez funcional, respeitando zonas de toque ideais e criando um fluxo intuitivo que conecta eficiência, previsibilidade e segurança para o usuário.


Conclusão
O redesign do aplicativo transformou uma interface funcional, porém limitada, em uma experiência digital clara, intuitiva e confiável. Cada decisão de design foi guiada por pesquisa e boas práticas de UX, desde a reorganização da hierarquia visual até o refinamento das zonas de toque e agrupamento funcional.
O resultado é um fluxo mais eficiente e previsível, em que as tarefas principais do usuário podem ser realizadas com rapidez e confiança. Mais do que ajustes estéticos, o redesign evidencia como uma abordagem centrada no usuário eleva a percepção de valor do produto, especialmente em contextos críticos como segurança e rastreamento em tempo real.
Este case mostra que pesquisa, análise e design colaboram para criar experiências que não apenas funcionam, mas se tornam intuitivamente claras e confiáveis para quem as utiliza.